sábado, 25 de abril de 2026
sexta-feira, 24 de abril de 2026
O baile da Dª Ester
No Baile da D. Ester
Feito a semana passada
Foram dar com o Chaufer
A dançar com a criada
Dizia-lhe ela baixinho
Na prise és bestial
Eram pr'aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr'aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Chegou a altura da Valsa
E exibiu-se o Osório
De repente cai-lhe a calça
Rebentou-lhe o suspensório
Aflito com a mão na cinta
Perante a risada geral
Eram p'rai sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram p'rai sete e pico
Oito e coisa nove e tal
A D. Inês sequiosa
Não resistiu ao Wiski
E pra se tornar famosa
Quis ir dançar o twist
Ao dar um jeito partiu-se
A cluna vertebral
Eram pr'aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr'aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
O D. José de Vicente
Que é de S. Pedro da Cova
Pra mostrar que ainda é valente
Foi dançar a Bossa nova
Escorregou no soalho
Caiu, foi pro hospital
Eram pr'aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr'aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Quando o serviço abundante
No baile se iniciou
O D. Grilo num instante
A alface devorou
Diz-lhe a Locas ao ouvido
Pareces um animal
Eram pr'aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr'aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Faltou a luz e gerou-se
A confusão natural
E a Locas encontrou-se
Nos braços do Amaral
Logo esta grita aflita
Acendam o castiçal!
Eram pr'aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Eram pr'aí sete e pico
Oito e coisa nove e tal
Mulher gorda
Intro]
Cm G G Cm
[Verse 1]
Cm G
A mulher gorda, para mim não me convém,
G Cm
Eu não quero andar na rua com as banhas de ninguém.
Cm G
A mulher magra, para mim não me convém,
G Cm
Eu não quero andar na rua com o esqueleto de ninguém.
[Chorus]
Fm Cm
Ai, ai, ai, ai, eu gosto dessa mulher,
G Cm
Quero tê-, ai, ala ao pé de mim, beijá-la quando quiser.
Fm Cm
Ai, ai, ai, ai, eu gosto dessa mulher,
G Cm
Quero tê-la ao pé de mim, beijá-la quando quiser.
[Verse 2]
Cm G
A mulher alta, para mim não me convém,
G Cm
Eu não quero andar na rua com o escadote de ninguém.
Cm G
A mulher baixa, para mim não me convém,
G Cm
Eu não quero andar na rua com a muleta de ninguém.
[Chorus]
Fm Cm
Ai, ai, ai, ai, eu gosto dessa mulher,
G Cm
Quero tê-, ai, ala ao pé de mim, beijá-la quando quiser.
Fm Cm
Ai, ai, ai, ai, eu gosto dessa mulher,
G Cm
Quero tê-la ao pé de mim, beijá-la quando quiser.[Verse 3]
Cm G
A mulher alta, para mim não me convém,
G Cm
Eu não quero andar na rua com o escadote de ninguém.
Cm G
A mulher baixa, para mim não me convém,
G Cm
Eu não quero andar na rua com a muleta de ninguém.
[Outro]
Fm Cm
Ai, ai, ai, ai, eu gosto dessa mulher,
G Cm
Quero tê-, ai, ala ao pé de mim, beijá-la quando quiser.
Fm Cm
Ai, ai, ai, ai, eu gosto dessa mulher,
G Cm
Quero tê-la ao pé de mim, beijá-la quando quiser.
Eu ouvi o passarinho
Tom: C
C G
Alentejo quando canta
C
Peito dado à solidão
G
Traz alma na garganta
C
E o sonho no coração
C G
Eu ouvi o passarinho
C
Ás quatro da madrugada
G
Cantando lindas cantigas
C
À porta da sua amada
C G
Por ouvir cantar tão bem
C
A sua amada chorou
G
Às quatro da madrugada
C
O Passarinho cantou
C G
Alentejo terra rasa
C
Toda coberta de pão
G
As suas espigas doiradas
C
Lembram mãos em oração
[Final] C G C
Tia Anica
La cumparsita
Tom: Gm
D7 Gm
si supieras que aún dentro de mi alma
D7 Gm F#° D7 Gm
conservo aquel cariño que tuve para ti
Cm
quien sabe si supieras
Gm
que nunca te he olvidado
D7
volviendo a tu pasado
Gm
te acordarás de mí.
Gm
los amigos ya no vienen
D7
ni siquiera a visitarme
Cm
nadie quiere consolarme
D7 Gm
en mi aflicción.
Gm
desde el da que te fuiste
Cm
siento angustias en mi pecho,
Gm
decí percanta: ¿qué has hecho
D7 Gm
de mi pobre corazon?
Cm
al cotorro abandonado.
Gm
ya ni el sol de la mañanaCm
asoma por la ventana,
Gm
como cuando estabas vos
D7
y aquel perrito compañero.
Gm
que por tu ausencia no comía
D7
al verme solo, el otro día
Gm
también me dejó.
D7
si supieras... ...
Red River Valley
Tom: D
D A D
From this valley they say you are going
A
We shall miss your bright eyes and sweet smile
D G
For you take with you all of the sunshine
A D
That has brightened our pathway awhile
Then come sit by my side if you love me
A
Do not hasten to bid me adieu
D G
Just remember the red river valley
A D
And the cowboy that's loved you so true
D A D
For a long time my darling I've waited
A
For the sweet word you never would say
D G
Now at last all my fond hopes have vanished
A D
For they say that you're going away
Pézinho da Vila
Pezinho da vila
Instrumental
Refrão
Ponha aqui o seu pezinho
Devagar devagarinho
Se vai à Ribeira Grande
Eu tenho uma carta escrita
Para ti, cara bonita
Não tenho por quem lh’a mande
Eu nasci à sexta-feira
Com barbas e cabeleira
Mais parecera um anti-Cristo
Que até o senhor padre cura
Que é um homem de sabedura
Nunca tal houvera visto
Eu fui a Vila Franca
Escanchado numa tranca
À morte de uma galinha
O que ela tinha no papo
Sete cães e um macaco
E um soldado da marinha
Refrão
Eu fui à Praia da Rocha
Sapato meia galocha
Ver se o mar estava manso
Encontrei lá uma garoupa
Toda embrulhada em roupa
A dormir no seu descanso
Eu fui de Lisboa a Sintra
A casa da tia Jacinta
P’ra me fazer uns calções
Mas a pobre criatura
Esqueceu-se da abertura
Para as minhas precisões
Refrão
Toda a moça que é bonita
Se ela chora, se ela grita
Nunca houvera de nascer
É como a maçã madura
Da quinta do padre cura
Todos lha querem comer
Eu fui casar às Capelas
Por ser fraco das canelas
Com uma mulher sem nariz
E esta gente das Fajãs
Já me deram os parabéns
Pelo casamento que eu fiz
Refrão
Instrumental
Ponha aqui o seu pezinho…
quinta-feira, 23 de abril de 2026
Pica do 7
Pica do 7
António Zambujo
Composição de: Miguel Araújo
Tom: A
[Intro] A A/E A A/E
A A/E A A/E
[Primeira Parte]
A A/E A
De manhã cedinho eu salto do ninho
A/Bb Bm F#7
E vou pra paragem
Bm E A
De bandolete à espera do 7 mas não pela viagem
F#7
Eu bem que não queria
Bm F#7 Dm
Mas um certo dia eu vi-o passar
A E
E o meu peito cético, por um pica de elétrico
A C#m5+ A
Voltou a sonhar
A
A cada repique, que soa do clique
A#º Bm F#7 Bm
Daquele alicate
E
Num modo frenético
A
O peito cético toca a rebate
F#
Se o trem descarrila o povo refila
Bm F#7 Dm
E eu fico num sino
A E
Pois um mero trajeto no meu caso concretoA
É já o destino
[Refrão]
C#
Ninguém acredita no estado em que fica
F#m
O meu coração
E
Quando o 7 me apanha
A
Até acho que a senha me salta da mão
D Dm A F#
Pois na carreira desta vida vã
Bm E A
Mais nada me dá a pica que o pica do sete me dá
[Segunda Parte]
A Bm F#7 Bm
Que triste fadário e que itinerário tão infeliz
E
Cruzar meu horário
A
Com o dum funcionário de um trem da carris
F#
Se eu lhe perguntasse
Bm F#7 Dm
Se tem livre passe pró peito de alguém
A
Vá-se lá saber
E A
Talvez eu lhe oblitere o peito também
[Refrão]
C#
Ninguém acredita no estado em que fica
F#m
O meu coração
E
Quando o 7 me apanhaA
Até acho que a senha me salta da mão
D Dm A F#
Pois na carreira desta vida vã
Bm E A
Mais nada me dá a pica que o pica do sete me dá
( A A/E A A/Bb Bm F#7 Bm )
( E A )
( F# Bm F#7 Dm )
( A E A C#m5+ A )
[Refrão]
C#
Ninguém acredita no estado em que fica
F#m
O meu coração
E
Quando o 7 me apanha
A
Até acho que a senha me salta da mão
D Dm A F#
Pois na carreira desta vida vã
Bm E A
Mais nada me dá a pica que o pica do sete me dá
Bm E A
Mais nada me dá a pica que o pica do sete me dá
-
Marcha do Tocafugir Sol M Refrão Toca, toca a fugir! Quem quiser pode ficar Quem fica aprende a sorri...
-
Tom: C C G Alentejo quando canta C Peito dado à solidão G Traz alma na garganta ...
